Filme: "Dia D"("Disclosure Day, 2026)
Não tenha medo de algo que você não conhece! Com o "Dia D", filme de ficção científica e toques de suspense e ação, produzido e dirigido pelo grande Steven Spielberg, com roteiro de David Koepp baseado em uma história do próprio Spielberg. Com estreia dia 11 de Julho de 2026, somente nos cinemas, vamos fazer uma visita para entendermos sobre esses visitantes tão estranhos quanto nós... mas preste atenção!
A existência de vida extraterrestre torna-se uma realidade inegável para todos os habitantes da Terra em um único instante. O mundo entra em colapso quando uma meteorologista Margaret (Emily Blunt), em plena transmissão ao vivo, é dominada por uma força invisível, perdendo a fala e emitindo sons perturbadores. Enquanto fenômenos inexplicáveis e sinais de controle mental em massa se espalham, um informante tenta expor segredos governamentais guardados por décadas. Diante da prova definitiva de que a humanidade não está sozinha, o pânico e o fascínio tomam conta de uma civilização confrontada pelo desconhecido.
O elenco é fantástico! Emily Blunt ("Um Lugar Silencioso") nos cativa no papel para compreender coisas inexplicáveis que céticos veem apenas como uma excentricidade. Josh O'Connor ("Rivais") é outro ator de destaque. Além deles, Colin Firth, Eve Hewson e Colman Domingo estão bem engajados na trama que tem elementos de suspense. Tudo é feito para sairmos do cinema acreditando que tudo pode ser um sinal. Será esse apenas um Olá ou um Adeus?
A trilha sonora é do compositor de grandes colaborações com Spielberg, John Williams faz algo encantador com os arranjos instrumentais. Ainda teremos a música de 2007, "The Sweet Escape", parceria da Gwen Stefani com Akon e também a clássica "Some Day My Prince Will Come" composta para a animação "Branca de Neve e os Sete Anões" (1937). Fica clara a intenção de fazer desse um clássico instantâneo para quem ama o temas futuristas e OVINIS. A ambientação da obra é a prova que qualquer lugar simples pode ter algo encantador acontecendo.
Com duas horas e vinte e cinco minutos, a história foi bem conduzida para entregar informações de forma sutil, garantindo nossa atenção. A conclusão é o que mais vai causar amor e ódio para quem espera algo extremamente mastigado. Obviamente um diretor conhecido por "E.T. - O Extraterrestre" e "Contatos Imediatos do Terceiro Grau" tem experiência para não se repetir e ainda sim sem esgotar o tema. Ao mesmo tempo que gera curiosidade, temos uma lição sobre empatia e até uma ligação com a religião de um modo bonito.
Ao vermos uma jornalista sendo impedida de compartilhar informações que até então eram sigilosas, temos total compreensão do mundo corrupto em que vivemos. Onde pessoas uniformizadas e armadas acreditam que podem abusar de seu poder para esconder a verdade e criar um espaço hostil. Preconceituosos são sempre iguais. Tão revoltante que esse é o nosso último contato! Agradecemos se alguma vida alienígena nos tirasse dessa Terra.




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