Filme: "Razão e Sensibilidade" (Sense and Sensibility, 2026)
Um banquete com drama e romance será servido pela Universal Pictures! "Razão e Sensibilidade” traz a história do clássico literário de 1811 de Jane Austen, sendo seu primeiro livro publicado. Dirigido por Georgia Oakley ("Blue Jean" e "Bored") e roteiro de Diana Reid, que estreia com esse longa sua carreira. A estreia nos cinemas brasileiros será dia 29 de Outubro de 2026. Contamos com sua presença!Acompannharemos uma encantadora, espirituosa e profundamente empática história de amor e amizade entre as irmãs Elinor (Daisy Edgar-Jones) e Marianne Dashwood (Esmé Creed-Miles). Após perderem sua casa, elas se mudam para uma propriedade distante, onde enfrentam desafios financeiros e descobrem as complexidades do amor na Inglaterra do século XIX. A época será bem retratada com suas cartas e sua passagem de tempo que nos torna reféns da aflição que cada irmã sente ao aguardar retorno.
Com duas horas e treze minutos, temos uma excelente adaptação vinda para o público que já se emocionou com a história e já vivenciou a adaptação de 1995, sendo que lá nos prendiam aos rostos famosos que agora são conhecidos por outros papéis, enquanto aqui temos o ponto alto dos atores e atrizes e todos fazem um brilhante trabalho conjunto. Até mesmo os veteranos do cinema encontram formas de colaborar para momentos cômicos, tensos e todas as emoções genuinamente próximas dos comportamentos que esperamos naquele século.
Fica clara a intenção de tornar um novo clássico ao se pensar que esse é ainda mais envolvente até para quem sequer sabe o que acontecerá com as jovens e sua amada mãe. A trilha sonora é outro deleite que fica timidamente adicionado nas cenas e conta com músicas originais compostas por Roger Goula. Até mesmo o elenco canta e toca alguma, criando mais motivos para elogiarmos.
O filme é ideal para quem aprecia algo que é dito com sutilezas, desde ofensas e elogios. Provando para alguns que a parte mais explícita só precisa ser um beijo que ficou guardado por muito tempo. Com reviravoltas que nos fazem entender como a obra sobrevive, ainda mais num momento que a criatividade não é mais forte que a nostalgia. Se precisamos de outra adaptação dele? Depois de dois acertos com um intervalo de 31 anos, deixemos Jane Austen orgulhosa por mais três décadas, ninguém tocará no seu primeiro bebê.




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